O Senado adiou votação da capitalização da Petrobras e também da criação do Fundo Social e do sistema de partilha para a exploração de petróleo na camada do pré-sal. Já a divisão dos royalties foi excluída do relatório e deve ser votada somente após as eleições. Sem mudanças em relação ao texto aprovado pela Câmara, a capitalização da Petrobras deve passar sem dificuldades no Senado e ir direto para sanção do presidente Lula. A estatal pretende realizar a operação em julho. A expectativa é que a capitalização alcance R$ 100 bilhões, a maior da história da estatal. O líder do governo no Senado e relator do projeto, Romero Jucá (PMDB-RR), fez mudanças no projeto, como a inclusão, de forma genérica, da Previdência Social e do meio ambiente entre as áreas beneficiadas pelo Fundo. Caberá ao conselho gestor desse fundo definir o montante a ser aplicado.
Brasil Mineral OnLine n°455 - 10/6/2010